
O partido Anamola empossou dez coordenadores provinciais num ambiente marcado por reclamações internas relacionadas com alegadas irregularidades no processo de escolha. A exceção registou-se na província da Zambézia, onde não houve consenso entre os membros para a eleição do coordenador, facto que impediu a respectiva tomada de posse.
Em entrevista à Miramar, o porta-voz do partido, Dinis Tivane, afirmou que o Anamola é um partido que surge não de afinidades pessoais, mas de uma construção política plural, reconhecendo a existência de diferenças internas. Ainda assim, destacou que a organização tem estado a trabalhar no sentido de conciliar essas divergências e fortalecer a sua estrutura.
O acto foi igualmente marcado pela abertura oficial do ano político do partido, dirigida por Venâncio Mondlane, presidente do partido, que na ocasião apelou à unidade interna e ao reforço do compromisso dos membros na consolidação da organização.
Por sua vez, a direção do partido defende a legalidade de todo o processo, assegurando que os procedimentos seguiram os estatutos da organização.
Os novos coordenadores têm como missão reforçar a coesão interna e dinamizar as acções políticas ao nível das províncias.
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