
O Banco de Desenvolvimento de Moçambique (BDM) já é uma realidade legal após a aprovação, por consenso, na Assembleia da República. A nova instituição financeira nasce com um capital inicial de 32 mil milhões de meticais, integralmente subscritos pelo Estado, e tem como missão principal financiar projectos de alto impacto que hoje são rejeitados pela banca tradicional.
O BDM funcionará como um braço estratégico para a agricultura e indústria, oferecendo condições de crédito que permitem acelerar a economia nacional.
Durante a apresentação da proposta, a Ministra das Finanças, Carla Louveira, clarificou que o banco não terá balcões de atendimento ao público nem pretende concorrer com os bancos comerciais. A estratégia passa por utilizar a rede bancária já existente para canalizar financiamentos a projectos estruturantes.
A lei agora aprovada permite ainda que parceiros internacionais e bancos multilaterais participem no capital da instituição até ao limite de 49%, garantindo maior solidez e transparência na gestão dos fundos destinados ao desenvolvimento do país.
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