
A Confederação das Associações Económicas de Moçambique (CTA) pronunciou-se sobre o impacto da liquidação total da dívida pública ao Fundo Monetário Internacional (FMI), e a classificação internacional de Moçambique como o segundo país mais pobre do mundo, dois indicadores tidos como de grande impacto para a economia nacional.
O sector privado reconhece que o cumprimento das obrigações com o FMI é um sinal de responsabilidade macroeconómica que consolida a confiança de parceiros externos. Contudo, a organização defende que este esforço deve ser acompanhado pela progressiva liquidação da dívida interna para dinamizar a economia doméstica.
Relativamente aos dados do Banco Mundial, o cenário é de alerta, com estimativas de que a maioria da população viva em situação de carência, especialmente nas zonas rurais.
A CTA defende que este momento exige uma agenda de crescimento baseada na previsibilidade e na cooperação entre os actores económicos para reverter os indicadores de desenvolvimento humano nas áreas da educação, saúde e rendimento.
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